<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Jornal do Apicultor</title>
	<atom:link href="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site</link>
	<description></description>
	<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 11:20:57 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>UNITAU participa de diagnóstico da apicultura no Estado de Sao Paulo</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/unitau-participa-de-diagnostico-da-apicultura-no-estado-de-sao-paulo/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/unitau-participa-de-diagnostico-da-apicultura-no-estado-de-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 01:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ações Direcionadas a Apicultura]]></category>

		<category><![CDATA[Tome Ciência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=350</guid>
		<description><![CDATA[
O Centro de Estudos Apícola (CEA) da Universidade de Taubaté (UNITAU), em parceria com o Sebrae de São José dos Campos, começa a apresentar nesta quarta-feira, 9 de fevereiro, os resultados do diagnóstico (chamado de devolutiva) da apicultura do município de Lagoinha. Esta é a primeira devolutiva de uma série; ao todo, 16 municípios da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="parrafos">
<p>O Centro de Estudos Apícola (CEA) da Universidade de Taubaté (UNITAU), em parceria com o Sebrae de São José dos Campos, começa a apresentar nesta quarta-feira, 9 de fevereiro, os resultados do diagnóstico (chamado de devolutiva) da apicultura do município de Lagoinha. Esta é a primeira devolutiva de uma série; ao todo, 16 municípios da região estão sendo estudados e devem receber seus diagnósticos até o final de fevereiro.</p>
<p>A apresentação do mapeamento da realidade da apicultura do Vale será feita aos gestores de cada localidade, que devem replicar o conhecimento aos seus respectivos produtores – que somam cerca de 130 produtores na região. O objetivo do diagnóstico aplicado nas propriedades é levantar informações referentes à produção, gestão e tecnologia utilizada pelos produtores de mel como forma de minimizar problemas e melhorar processos internos de produção. Após a divulgação dos diagnósticos, os produtores de mel terão acompanhamento e suporte técnico por dois anos.</p>
<p>Já neste início de 2011, o projeto ganhou reforço: a Cati, a Fibria e a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo também passam a colaborar, cada uma com sua especificidade, com o desenvolvimento da apicultura na região. Para a realização deste estudo, a Universidade de Taubaté disponibiliza, por meio do CEA, laboratórios, sala de extração e sala de cera, além da expertise de seus profissionais – que envolve um grupo de professores, técnicos e alunos pesquisadores.</p>
<p>“Esta é uma oportunidade de darmos um salto tecnológico na vida do apicultor. A apicultura do Vale do Paraíba precisa se atualizar, afinal, devemos fazer bom uso da tecnologia que temos à disposição”, disse a coordenadora do CEA, Professora Lídia Barreto.</p></div>
<p><!-- parrafos --><!-- translateableContent --><br />
<hr />
<div class="parrafos">
<p style="margin-top: 20px;">Fonte: <span class="gris2">Assessoria de Comunicação da Universidade de Taubaté </span></p>
<hr /></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/unitau-participa-de-diagnostico-da-apicultura-no-estado-de-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>FAIRTRADE- Apicultura no comercio justo</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/fairtrade-apicultura-no-comercio-justo/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/fairtrade-apicultura-no-comercio-justo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 01:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A voz do Apicultor]]></category>

		<category><![CDATA[Panorama da Apicultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=343</guid>
		<description><![CDATA[Apicultores de Serra do Mel conquistam a certificação em comércio justo
A Cooperativa de Apicultores de Serra do Mel (Coapismel), que reúne 80 agricultores do RN, recebeu aval para comercializar mel dentro da modalidade do comércio justo. A primeira remessa será para uma empresa da Itália, interessada em comprar toda a produção da cooperativa.
As mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Apicultores de Serra do Mel conquistam a certificação em comércio justo</h1>
<p class="sub_tit">A Cooperativa de Apicultores de Serra do Mel (Coapismel), que reúne 80 agricultores do RN, recebeu aval para comercializar mel dentro da modalidade do comércio justo. A primeira remessa será para uma empresa da Itália, interessada em comprar toda a produção da cooperativa.</p>
<p>As mais de 200 toneladas de mel produzidas a cada ano no município de Serra do Mel, localizado na região Oeste e a 320 quilômetros de Natal, terão mais chances de chegar a mercados consumidores da Europa a preços mais competitivos. A Cooperativa de Apicultores da Serra do Mel (Coapismel) conquistaram na última sexta-feira (25) o certificado em Comércio Justo para o mel. A Certification for Development (Certificação para o Desenvolvimento) foi concedida pela Fairtrade Labelling Organizacions (Flo-Cert) e o grupo já tem pedido de uma empresa italiana interessada em comprar o mel potiguar.</p>
<p>A certificação é fruto de um trabalho desenvolvido pelo Sebrae-RN desde 2002, disponibilizando para os apicultores da região consultorias, estimulando a adoção de boas práticas e repassando técnicas de manejo das colméias e dos pastos, além da estruturação do grupo em cooperativa. As ações resultaram na preparação dos produtores para a conquista do certificado, que posiciona o Rio Grande do Norte como o segundo estado brasileiro a ter mel com o selo Fair Trade. Antes, apenas a Casa Apis, no Piauí, detinha essa certificação no País.</p>
<p>Sediada na Vila Brasília, a Coapismel reúne atualmente cerca de 80 famílias que encontraram na criação de abelhas e no cooperativismo uma forma de obter renda. O grupo de agricultores familiares produz grande parte do mel que desce das 23 vilas comunitárias em direção aos entrepostos, que escoam o mel. Como o próprio nome já sugere, Serra do Mel está entre os principais polos de produção de mel em solo potiguar, ficando atrás apenas do município de Apodi, considerado o maior produtor do Rio Grande do Norte com 600 toneladas anualmente. A cooperativa chega a obter por ano cerca de 120 toneladas do produto, no entanto, somado ao que é vendido por apicultores independentes, a capacidade poderá subir até 70%, ultrapassando as 200 toneladas.</p>
<p>“Depois dessa conquista, nosso esforço será trazer para a Coapismel esses apicultores independentes e aumentar a capacidade produtiva da cooperativa. Percebemos o potencial do lugar e começamos o trabalho. Hoje, vemos que o Sebrae cumpriu um papel importantíssimo ao colaborar com esses produtores cooperados, oferecendo capacitação técnicas e abrindo novos mercados”, ressaltou o gestor do projeto de Apicultura do Sebrae-RN, Valdemar Belchior, sobre a obtenção do Selo em Comércio Justo e Solidário. Segundo ele, trata-se de uma grande conquista, levando-se em consideração que a apicultura é uma atividade muito recente no Estado, comparando com o Piauí onde a apicultura atigiu um nível de maturidade bem mais elevado. Com a certificação, o mel norte-rio-grandense poderá ser comercializado a preços 10% maiores em relação ao que é vendido no comércio tradicional. Outra vantagem é a bonificação para cada quilo exportado, recursos que deverão ser revertido em benefício da comunidade.</p>
<p><strong>BENEFÍCIOS</strong> - O consultor Naji Harb, que acompanhou o processo de certificação da Coapismel, afirma que a comercialização através do comércio justo muda a política de compra, no momento em que o comprador tem uma preocupação social com a comunidade. “O produtor tem rentabilidade maior, vendendo para empresas internacionais, e há ainda a vantagem de ter em sua comunidade obras que melhoram as condições de vida e de produção. Sem falar no lado ambiental. Nesse ponto, o grupo de Serra do Mel tem bastante experiência”, afirma. O consultor explica também que a certificação é um processo demorado e o grupo precisou amadurecer alguns pontos, como gestão e rastreabilidade.</p>
<p>Para o presidente da Federação dos Apicultores do Rio Grande do Norte, José Hélio Morais da Costa, mais conhecido como Cabo Hélio, a certificação traz novas perspectivas para a comunidade. “O selo Fair Trade vai proporcionar a melhoria na renda das famílias produtoras e também a vida na comunidade. Com o prêmio dado, vamos investir na capacitação dos jovens para inseri-los na atividade”. Cabo Hélio, que está à frente da cooperativa, também informou que uma empresa italiana, a Conapi, já tem pedido para comprar toda a produção da Coapismel. Isso representa cerca de 200 toneladas que serão exportadas para a Itália.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/fairtrade-apicultura-no-comercio-justo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>COLÔMBIA- APITERAPIA COMO MODALIDADE TERAPÊUTICA COMPLEMENTAR Á TERAPIA FÍSICA EM PACIENTES COM ARTITRE REUMATÓIDE</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/colombia-apiterapia-como-modalidade-terapeutica-complementar-a-terapia-fisica-em-pacientes-com-artitre-reumatoide/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/colombia-apiterapia-como-modalidade-terapeutica-complementar-a-terapia-fisica-em-pacientes-com-artitre-reumatoide/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 11:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tome Ciência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=322</guid>
		<description><![CDATA[. Este estudio introduce el uso de apiterapia como modalidad física coadyuvante del manejo fisioterapéutico, aprovechando los beneficios de la apitoxina: analgésicas, antiinflamatorias y coadyuvantes en la reparación de tejidos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><strong><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-323" title="dsc00517" src="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/wp-content/uploads/2011/02/dsc00517-150x150.jpg" alt="dsc00517" width="150" height="150" />Amalia Raquel Velez Tobar, Andrade Katherine Betty e Francisco Cabrera Góngora Bohorquez. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><strong><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;">    Publicado pelo <a href="http://facultadsalud.unicauca.edu.co/index.asp?aa=2002" target="_blank"><span style="color: #333333;">Jornal da Universidad del Cauca</span></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: ES;" lang="ES"><br />
Introducción. La fisioterapia en la artritis reumatoide (AR) se orienta a reducir el dolor, prevenir la limitación articular, la atrofia muscular y rehabilitar la funcionalidad. Sin embargo, aún con manejo farmacológico no se controlan totalmente sus manifestaciones. Este estudio introduce el uso de apiterapia como modalidad física coadyuvante del manejo fisioterapéutico, aprovechando los beneficios de la apitoxina: analgésicas, antiinflamatorias y coadyuvantes en la reparación de tejidos. Materiales y métodos. Se escogieron 4 pacientes con AR, según criterios del ACR, que respondieron a la convocatoria abierta y que desearon participar. Tres mujeres y un varón adultos, con AR clínicamente activa que no cedía con terapéutica farmacológica, en quienes se descartó alergia e hipersensibilidad a la apitoxina y otras enfermedades sistémicas, fueron evaluados con el HAQ, La EVA, el AHI, el Test de Movilidad Articular y el Mapa del Cuerpo Humano. La intervención consistió en fisioterapia convencional en una primera etapa y un mes después conjugando apiterapia y fisioterapia. Resultados. Tres de los cuatro pacientes, todos mujeres presentaron una mayor tolerancia al manejo fisioterapéutico y reducción de sus síntomas y signos luego de la conjugación de fisioterapia y apiterapia, respecto de la fisioterapia aislada. El cuarto paciente por el contrario presentó pocos cambios con la introducción de apiterapia, evolucionando estacionariamente. Conclusiones la apiterapia en el manejo fisioterapéutico de pacientes con AR genera cambios positivos en la evolución clínica; su durabilidad y efectos a largo plazo deben evaluarse en estudios controlados posteriores. </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/colombia-apiterapia-como-modalidade-terapeutica-complementar-a-terapia-fisica-em-pacientes-com-artitre-reumatoide/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>BRASIL- CURSO DE ESPECIALIZAÇÂO EM APICULTURA</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-curso-de-especializacao-em-apicultura/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-curso-de-especializacao-em-apicultura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 02:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A voz do Apicultor]]></category>

		<category><![CDATA[Agenda de Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Ações Direcionadas a Apicultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=316</guid>
		<description><![CDATA[Modalidade, Pós Graduação lato sensu por educação a distância. Este Curso tem como objetivos o fortalecimento e a capacitação de profissionais de nível superior, atuantes na área de apicultura, para que possam aperfeiçoar seus conhecimentos em ações de gerenciamento, gestão, manejo, qualidade e produtividade apícola. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="itemIntroText">
<p><img class="alignleft size-full wp-image-317" title="2adc13adf42c86f80fcb634caa5f4a7a_xs" src="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/wp-content/uploads/2011/02/2adc13adf42c86f80fcb634caa5f4a7a_xs.jpg" alt="2adc13adf42c86f80fcb634caa5f4a7a_xs" width="100" height="32" />Modalidade, Pós Graduação lato sensu por educação a distância. Este Curso tem como objetivos o fortalecimento e a capacitação de profissionais de nível superior, atuantes na área de apicultura, para que possam aperfeiçoar seus conhecimentos em ações de gerenciamento, gestão, manejo, qualidade e produtividade apícola.  Inscrição até 25 de fevereiro de 2011</p>
<p> </p></div>
<p><!-- Item fulltext --></p>
<div class="itemFullText">Habilitação<br />
Este curso de especialização destina-se a formação de recursos humanos para o exercicio técnico e cientifico na área apícola<br />
Público Alvo<br />
O curso destina-se a profissionais de nível superior em Agronomia, Biologia, Nutrição, Engenharia de Alimentos, Eng. Ambiental e Sanitária, Eng. Florestal, Veterinária, Zootecnia, Bioquímica, Farmácia, Administração e Economia, Comércio Exterior, Direito e demais profissionais que atuam na área de apicultura, ou tenham interesse no desenvolvimento desse tema e que sejam provenientes de diferentes órgãos ou instituições dos diversos Estados.<br />
Justificativas da criação do curso<br />
A inexistência de um curso Lato Sensu em Apicultura no Brasil e america Latina;<br />
A oportunidade de democratizar o acesso ao conhecimento e aprendizado em Apicultura para profissionais de nível superior sem que os mesmos necessitem se ausentar de suas atividades profissionais;<br />
Participação dos diversos seguimentos relacionados à área, elevando o nível de conhecimento dos apicultores e empresários ligados ao seguimento e possibilitando ampliar discussões em torno do aperfeiçoamento da legislação vigente e nível de qualidade para os produtos apícolas.<br />
Carga Horária<br />
390 horas<br />
Data de inscrição<br />
até 25 de fevereiro de 2011<br />
Data da matrícula para curriculum selecionado:<br />
de 28 de fevereiro a 04 de Março<br />
Início do Curso<br />
15 de março de 2011<br />
I Encontro Presencial: 25 a 29/07/2011<br />
II encontro Presencial: 23 a 28/07/2012<br />
Taxas<br />
Inscrição:Gratuita<br />
Matricula:R$ 320,00<br />
Mensalidade:14 parcelas  de R$ 320,00 </div>
<p><!-- Item extra fields --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-curso-de-especializacao-em-apicultura/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>BRASIL- MEL DE ABELHA NATIVA, SEM FERRAO</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-mel-de-abelha-nativa-sem-ferrao/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-mel-de-abelha-nativa-sem-ferrao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 02:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tome Ciência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=311</guid>
		<description><![CDATA[Uma abelha nativa da Mata Atlântica pode ser uma alternativa de produção de mel na região sul da Bahia. As abelhas indígenas, conhecidas também como sem ferrão fazem parte de um projeto de mapeamento da espécie  

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span class="itemdatecreated"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><a href="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-mel-de-abelha-nativa-sem-ferrao/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span class="itemdatecreated"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;">Sex, 28 de Janeiro de 2011 11:57 </span></span><span class="itemauthor"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><!-- Item Author -->Written by <a href="http://www.apinews.com/pt/noticias-de-apicultura/itemlist/user/1507-horaciomezziga"><span style="color: #333333;">Horacio Mezziga </span></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><span class="itemauthor"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white;"><strong><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;">Uma abelha nativa da Mata Atlântica pode ser uma alternativa de produção de mel na região sul da Bahia. As abelhas indígenas, conhecidas também como sem ferrão fazem parte de um projeto de mapeamento da espécie  </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; background: white; tab-stops: 105.75pt;"><strong><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;; background: #ebebeb; letter-spacing: -0.4pt; color: #666666; font-size: 9pt; mso-bidi-font-family: Arial;"><span style="mso-tab-count: 1;">                      </span></span></strong> </p>
<p> </p>
<p><!-- Plugins: AfterDisplayTitle --><!-- K2 Plugins: K2AfterDisplayTitle --><!-- Font Resizer --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/brasil-mel-de-abelha-nativa-sem-ferrao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Apicultores em alerta: abelhas também desaparecem no Brasil</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/apicultores-em-alerta-abelhas-tambem-desaparecem-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/apicultores-em-alerta-abelhas-tambem-desaparecem-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 01:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tome Ciência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=308</guid>
		<description><![CDATA[O MISTERIOSO SUMIÇO DAS ABELHAS

Desaparecimento do inseto em colmeias preocupa os EUA e agora o Brasil. Em Santa Catarina, uma comissão investiga o caso. E se o problema se repetir aqui em grande escala?

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Georgia; color: green;">O MISTERIOSO SUMIÇO DAS ABELHAS</span></strong><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-family: Georgia; color: #333333;">Desaparecimento do inseto em colmeias preocupa os EUA e agora o Brasil. Em Santa Catarina, uma comissão investiga o caso. E se o problema se repetir aqui em grande escala?</span></em><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Há cerca de quatro anos, apicultores estadunidenses, canadenses e europeus começaram a ter problemas com suas </span><a title="Apis melliferas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apis_mellifera" target="_blank"><span style="color: #0066cc; font-size: small;">abelhas melíferas</span></a><span style="font-size: small;">: elas simplesmente desapareciam das colmeias. O sumiço causava prejuízo tanto aos que viviam diretamente da polinização e do beneficiamento dos produtos de origem apiária quanto aos agricultores, que dependiam dos insetos nas lavouras.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">“As colmeias tinham muita cria e poucas abelhas adultas. Destas, a maioria era recém-nascida, mas a rainha continuava presente”, afirma o professor de genética na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto, David D. Jong.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Agora, o mesmo está acontecendo em Santa Catarina, onde a Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores (Faasc) recebeu tantas reclamações recentemente que criou uma comissão técnico-científica para estudar o assunto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">“As maiores queixas foram de apicultores do litoral sul e da Grande Florianópolis. A média de perda de colmeias relatada gira em torno de 30%”, afirma Afonso Inácio Orth, professor do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e membro da comissão. Ele explica que sempre há uma perda no manejo das colmeias, algo entre 5% e 15% – 30% é muito.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Nos EUA, a “doença” do desaparecimento das abelhas foi diagnosticada como Colony Collapse Disorder (CCD). As abelhas deixam para trás cria, mel e tudo o que produzem. O curioso é que nas colmeias atacadas não se veem abelhas mortas; nem dentro, nem ao redor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Algumas possíveis causas já foram apontadas, como o uso de novos inseticidas, aparição de vírus, problemas com a variabilidade genética, falta de alimentos adequados, fungicidas que afetam a alimentação das abelhas e a intensidade no manejo das colmeias, que são transportadas e alugadas para a polinização de lavouras em todo o País.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><a title="Do que se trata" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ácaro" target="_blank"><span style="color: #0066cc; font-size: small;">Ácaros</span></a><span style="font-size: small;"> como o <em><span style="font-family: Georgia;">varroa destructor</span></em> e </span><a title="O que são" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Protozoarios" target="_blank"><span style="color: #0066cc; font-size: small;">protozoários</span></a><span style="font-size: small;"> como a <em><span style="font-family: Georgia;">nosema</span></em>, conhecidos dos pesquisadores, também foram cogitados. Mas a abelha africanizada usada no Brasil, surgida a partir da mistura de uma subespécie europeia e uma africana, é mais resistente a doenças do que as europeias e não precisa de tratamento com fungicidas e, em condições normais, resiste ao ácaro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">“Não podemos afirmar que seja o mesmo problema que ocorre nos EUA, mas os sintomas são bem parecidos”, diz Orth.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Georgia; color: green;">Polinização e mel</span></strong><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">De acordo com David D. Jong, o desaparecimento de abelhas já é um fenômeno mundial e pode causar danos à agricultura.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">“Nos EUA, no auge dos relatos, o aluguel de uma colmeia para </span><a title="Saiba mais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Polinização" target="_blank"><span style="color: #0066cc; font-size: small;">polinização</span></a><span style="font-size: small;"> passou de US$ 40 por mês para algo entre US$ 150 e US$ 200″. Ele lembra que o Estado da Califórnia é totalmente dependente da polinização dirigida na produção de frutas e que só as plantações de amêndoa da Califórnia mobilizam 1,4 milhão de colmeias na florada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;">Em Santa Catarina</span><span style="font-family: Georgia; color: #333333;">, os preços também dispararam na safra do ano passado. “Quem contratou de última hora pagou R$ 75 por uma colmeia que até ontem era alugada a R$ 45 por florada”, afirma Orth.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Santa Catarina foi pioneira no uso profissional das colmeias para a polinização das macieiras. Hoje são utilizadas cerca de 120 mil colmeias para isso, de acordo com Orth. O Estado produziu, na última safra, 700 milhões de toneladas de maçãs, mais de 50% da safra do sul do País, de 1,2 bilhão de toneladas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">Segundo Nézio Fernandes de Medeiros, presidente da Faasc, os apicultores que perderam abelhas ficaram desesperados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">“Quem sente mais depressa são os que vivem diretamente dos produtos. Há 30 mil famílias que dependem da produção de mel. A perda estimada foi de 6 mil toneladas do produto no ano passado”, disse ele.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 18pt; background: white; mso-margin-top-alt: auto;"><span style="font-family: Georgia; color: #333333;"><span style="font-size: small;">A boa notícia é que as abelhas, que vivem cerca de 30 dias, se reproduzem rapidamente: cada uma pode por até 3 mil ovos por dia, em média.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin: 0cm 0cm 15pt; background: white; mso-outline-level: 6;"><em><span style="font-family: Georgia; color: black; font-size: 10pt;">Via <a title="Blog do Luis Nassif" href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-desaparecimento-das-abelhas" target="_blank"><span style="color: #0066cc;">Luis Nassif</span></a></span></em><span style="font-family: Georgia; color: black; font-size: 10pt;"></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/apicultores-em-alerta-abelhas-tambem-desaparecem-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Produtores se mobilizam e pedem criação de órgão do governo para atuar na área</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/produtores-se-mobilizam-e-pedem-criacao-de-orgao-do-governo-para-atuar-na-area/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/produtores-se-mobilizam-e-pedem-criacao-de-orgao-do-governo-para-atuar-na-area/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 01:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Panorama da Apicultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=305</guid>
		<description><![CDATA[Apicultores aguardam com expectativa. No dia 24 de fevereiro, membros da Câmara Setorial de Apicultura irão votar, em Brasília, proposta a ser entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento pedindo a criação de um departamento específico para atuar na área]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Brasília - Apicultores aguardam com expectativa. No dia 24 de fevereiro, membros da Câmara Setorial de Apicultura irão votar, em Brasília, proposta a ser entregue ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento pedindo a criação de um departamento específico para atuar na área. Hoje o tema é tratado juntamente com outros segmentos. Para subsidiar o governo federal com informações, o setor tem realizado visitas a outros países para conhecer seus processos produtivos e legislação. Em janeiro, foi realizada visita à Argentina, um dos maiores exportadores mundiais de mel. Saiba como o Sebrae atua com apicultura.</p>
<p>De acordo com a presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Mel, (Abemel) Joelma Lambertucci, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, garantiu que a apicultura será uma das prioridades do governo. “Estamos trabalhando para buscar informações e conhecer boas experiências de atuação com países que têm alta produtividade e boa política para o setor, como França, México e Argentina. O objetivo é propor ao governo brasileiro a criação de uma política apícola, com um departamento específico para apicultura, e adequações nos regulamentos e decretos do setor”, diz Joelma.</p>
<p>A apicultura brasileira é atendida pela Divisão de Leite da Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, segundo lembra o presidente da Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), José Cunha. &#8220;Sanidade e segurança alimentar são questões das duas cadeias que devem ser tratadas separadamente. Com a criação da Divisão do Mel serão disponibilizados técnicos especializados para atender à realidade do apicultor”, afirma o coordenador nacional de Apicultura do Sebrae, Reginaldo Rezende. Segundo ele, essa é uma reivindicação desde primeira reunião da Câmara Setorial de Apicultura,  em 2006.</p>
<p></span><strong><span style="font-family: Verdana; color: #636563; font-size: 8pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Intercâmbio  </span></strong><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></p>
<p>Nos dias 27 e 28 de janeiro, em Buenos Aires, um grupo formado por representantes do governo brasileiro, entidades representativas do setor e pesquisadores participou do Fórum Empresarial Brasil-Argentina. A missão conheceu o Programa Nacional de Apoio ao Setor Apícola argentino, com origem a partir do primeiro Planejamento Estratégico Setorial elaborado naquele país. A Argentina tem 35 mil apicultores registrados e 3,5 milhões de colmeias. Em 2010, a nação vizinha exportou 58,366 mil toneladas de mel, alcançando o total de US$ 177 milhões.</p>
<p>Durante a reunião, brasileiros e argentinos chegaram à conclusão de que ambos os países têm desafios e barreiras que podem ser vencidos em conjunto, como a redução de tarifas. “Ficou evidente que precisamos ter parceria com a Argentina e paises do Mercosul para avançarmos e sermos competitivos em negociações com os principais mercados importadores mundiais”, ressalta Joelma.<br style="mso-special-character: line-break;" /><br style="mso-special-character: line-break;" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">No fim de 2010, a Câmara Setorial de Apicultura brasileira finalizou o Planejamento Estratégico Setorial e de Exportação Apícola. O documento tem o objetivo de promover nacional e internacionalmente, de forma sustentável, a integração, a produção e a comercialização do mel e derivados e dos setores relacionados. O Planejamento traz uma agenda de ações para até 2015, com foco em governança, política, tecnologia, produtividade e exportação.</p>
<p><em><span style="font-family: Verdana; color: #636563; font-size: 8pt;">Fonte: Agência Sebrae de Notícias - em 08/02/2011</span></em><span style="font-family: Verdana; color: #666666; font-size: 7.5pt;"></span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/produtores-se-mobilizam-e-pedem-criacao-de-orgao-do-governo-para-atuar-na-area/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Atividade antibacteriana de méis de diferentes</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/atividade-antibacteriana-de-meis-de-diferentes/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/atividade-antibacteriana-de-meis-de-diferentes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 01:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tome Mel]]></category>

		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

		<category><![CDATA[bacterias]]></category>

		<category><![CDATA[mel]]></category>

		<category><![CDATA[propriedades antimicrobianas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=285</guid>
		<description><![CDATA[A seguir estão alguns dos resultados observados em estudos de laboratório, os resultados in vitro, comparando a atividade antibacteriana de méis contra bactérias específicas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_287" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-287" title="dsc00394" src="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/wp-content/uploads/2011/01/dsc00394-150x150.jpg" alt="teste qualitativo atividade antimicrobiana" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">teste qualitativo atividade antimicrobiana</p></div>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">A seguir estão alguns dos resultados observados em estudos de laboratório, os resultados in vitro, comparando a atividade antibacteriana de méis contra bactérias específicas.</span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><em>(Fonte: Manuka Honey como Medicina pela PC Molan, 2001. <a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;langpair=en%7Cpt&amp;u=http://honey.bio.waikato.ac.nz/index.shtml&amp;rurl=translate.google.com.br&amp;usg=ALkJrhgctHRRu0oCwtztnrLDDa-mica10Q" target="_blank">Honey Website Unidade de Pesquisa</a> ).</em></span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><em><strong>Outros mel</strong></em> é o mel que tem atividade antibacteriana, devido à água oxigenada.</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><em><strong>Manuka Honey</strong></em> é o que tem actividade, devido aos elevados níveis de UMF.</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> <em>Nota:</em> Em alguns estudos catalase foi adicionado ao mel Manuka para quebrar qualquer peróxido de hidrogênio.</span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Nos casos em que foi adicionado catalase (como resultado do teste # 1 ferida infectar bactérias e # 11 bactérias que causam mastite) os resultados para o mel Manuka teria sido de aproximadamente a metade se o peróxido de hidrogênio estava presente por causa da ação sinérgica dos duas propriedades.</span></p>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><strong>Os resultados</strong> estão resumidos a seguir, expressa como a concentração mínima de mel (% v / v), que irá parar completamente o crescimento de cada espécie de microrganismo:</span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="3" width="100%">
<tbody>
<tr valign="top">
<td> </td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;"><strong>Micro-Organisms</strong></span> <strong>Micro-Organismos</strong></span></td>
<td width="100"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;"><strong>Manuka Honey</strong></span> <strong>Manuka Honey</strong></span></td>
<td width="100"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;"><strong>Other Honey</strong></span> <strong>Outros Mel</strong></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">1</span> 1</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">Seven common wound-infecting species of bacteria (Willix et al 1992)</span> Sete espécies comuns de feridas infectam bactérias (Willix et al 1992)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">1.8 to 10.8%</span> 1,8-10,8%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">2.6 to 7.1%</span> 2,6-7,1%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">2</span> 2</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">20 isolates of Pseudomonas from infected wounds (Cooper and Molan, 1999)</span> 20 isolados de Pseudomonas de feridas infectadas (Cooper e Molan, 1999)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5.5 to 8.7%</span> 5,5-8,7%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5.8 to 9.0%</span> 5,8-9,0%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">3</span> 3</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">58 clinical isolates of Staphylococcus Aureus (Cooper et al 1999)</span> 58 isolados clínicos de Staphylococcus Aureus (Cooper et al, 1999)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">2 to 3%</span> 2 a 3%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">3 to 7%</span> 3-7%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">4</span> 4</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">82 epidemic strains of MRSA (Allen et al 2000)</span> 82 amostras de epidemia de MRSA (Allen et al 2000)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">4 to 7%</span> 4-7%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">3 to 7%</span> 3-7%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5</span> 5</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">56 strains of VRE (Allen et al 2000)</span> 56 cepas de VRE (Allen et al 2000)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5 to 10%</span> 5 a 10%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">8 to 20%</span> 8 a 20%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">6</span> 6</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">16 isolates of haemolytic streptococci(Cooper RA, Halas E and Molan PC: paper in preparation)</span> 16 isolados de estreptococos hemolíticos (Cooper AR, E Halas e PC Molan: papel em preparação)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">4.5 to 9.7%</span> 4,5-9,7%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">8 to 20%</span> 8 a 20%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">7</span> 7</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">20 strains of Burkholderia cepacia isolated from the sputum of cystic fibrosis patients (Cooper et al 2000)</span> 20 cepas de Burkholderia cepacia isoladas de escarro de pacientes com fibrose cística (Cooper et al 2000)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">2.1 to 5%</span> 2,1-5%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">2.8 to 5.3%</span> 2,8-5,3%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">8</span> 8</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">Seven species of dermatophytes commonly causing tineas (Brady et al 1997)</span> Sete espécies de dermatófitos causadoras de tinea (Brady et al 1997)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">10 to 50%</span> 10 a 50%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5 to 20%</span> 5 a 20%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">9</span> 9</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">7 isolates of helicobacter pylori from biopsies of gastric ulcers (Al Somai et al 1994)</span> 7 isolados de Helicobacter pylori em biópsias de úlceras gástricas (Al Somai et al 1994)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5%</span> 5%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">&gt;40%</span> &gt; 40%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">10</span> 10</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">Twelve species of bacteria commonly causing gastroenteritis (Brady NF and Molan PC: paper in preparation</span> Doze espécies de bactérias causadoras de gastroenterite (Brady NF e PC Molan: papel na preparação</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">2 to 11%</span> 2-11%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">3 to 8%</span> 3-8%</span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">11</span> 11</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">Seven species of bacteria commonly causing mastitis in dairy cattle (Allen and Molan 1997)</span> Sete espécies de bactérias causadoras de mastite em gado leiteiro (Allen e Molan 1997)</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5 to 10%</span> 5 a 10%</span></td>
<td><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">5 to 10%</span> 5 a 10%</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> <strong>Conclusões:</strong></span></p>
<ol>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> A atividade de mel é suficiente para esperar uma boa ação terapêutica antibacteriana, se o mel foi usado clinicamente.</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Manuka mel com altos níveis de UMF se poderia esperar para ser mais eficaz do que o mel outros quando usado terapeuticamente, porque:</span><br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">A. </span>A propriedade UMF é estável.</span><br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">B. </span> O peróxido de hidrogênio B. de mel é quebrada pelo efeito da catalase de soro e fluidos corporais.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> Assim, in vivo, a atividade de mel devido ao peróxido de hidrogênio seria menor do que é visto em testes de laboratório.</span><br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">C. </span> A propriedade UMF vai pegar mais profundamente no tecido do corpo do que a propriedade de peróxido de hidrogênio.</span><br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="text-align: left; direction: ltr;">D. </span>A presença de peróxido de hidrogênio e UMF juntos dá um efeito sinérgico fazendo o mel ainda mais eficaz.</span></li>
</ol>
<p><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><strong>  Selecione Mel para Usos Terapêuticos cuidadosamente</strong></span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Os resultados tabulados acima são para o mel Manuka com elevados níveis de UMF.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Nem todos os mel Manuka tem UMF.</span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">O que tem bons níveis de UMF é identificado pelo nome UMF e seu nível claramente indicadas no rótulo frontal.</span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">O nome indica a UMF mel tem um alto componente antibacteriano e indica a força antibacteriana do mel.</span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Quanto maior o rating UMF a maior força do antibacteriana do mel.</span> <br />
<span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Níveis mais altos de UMF garantir melhores resultados.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/atividade-antibacteriana-de-meis-de-diferentes/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Um possível papel para o mel no tratamento de feridas</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/um-possivel-papel-para-o-mel-no-tratamento-de-feridas/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/um-possivel-papel-para-o-mel-no-tratamento-de-feridas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 00:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tome Mel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=277</guid>
		<description><![CDATA[Esse estudo indica um possível papel para o mel no tratamento de feridas colonizadas por bactérias resistentes ao antibiótico. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="140" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;"><strong></strong></span></td>
<td width="15"> </td>
</tr>
<tr>
<td height="15"> </td>
<td width="15"> </td>
</tr>
<tr>
<td><em><strong>Fonte: </strong>Journal of Applied Microbiology, 21/11/02</em></td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="15"> </td>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-279" title="dsc06944" src="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/wp-content/uploads/2011/01/dsc06944-150x150.jpg" alt="dsc06944" width="150" height="150" />Uma nova pesquisa feita por cientistas das instituições UWIC (University of Wales Institute, em Cardiff), UWCM (University of Wales College of Medicine em Cardiff) e a University of Waikato (MBE), Nova Zelândia, descobriram que as feridas infectadas por bactérias tinham sensibilidade ao mel.</p>
<p>No relatório publicado na edição de novembro de 2002 do Journal of Applied Microbiology, Dra. Rose Cooper (UWIC), Professor Peter Molan (MBE) e o Professora Keith Harding (UWCM) explicaram: &#8220;Em testes laboratoriais, 2 tipos de méis e uma solução de mel artificial foram testados para verificar suas capacidades de inibirem bactérias com potencial de causar infecções nas feridas.</p>
<p>Foram testadas 18 cepas de Staphylococus aureus resistentes a meticilina, 7 cepas de enterococci sensíveis a vancomicina e 20 cepas de enterococci resistentes a vancomicina.</p>
<p>Todas as cepas testadas, a menor concentração inibitória dos 2 méis naturais foram, no mínimo, 3 vezes menor do que o mel artificial e, às vezes, 10 vezes menor.</p>
<p>Isso mostra que o método inibitório não é exclusivamente devido à osmolaridade de açúcares presentes. Comparações entre a capacidade de inibir a bactéria sensível ao antibiótico e a bactéria resistente ao antibiótico não mostraram diferenças siginificativas.&#8221;</p>
<p>Esse estudo indica um possível papel para o mel no tratamento de feridas colonizadas por bactérias resistentes ao antibiótico.</p>
<p> </p>
<p><!--                Compartilhar - botoes sociais                 --></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/um-possivel-papel-para-o-mel-no-tratamento-de-feridas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>MEL SANTA BÁRBARA um caso de sucesso</title>
		<link>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/mel-santa-barbara-um-caso-de-sucesso/</link>
		<comments>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/mel-santa-barbara-um-caso-de-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 00:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apicultor</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A voz do Empreendedor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/?p=268</guid>
		<description><![CDATA[A Mel Santa Bárbara inicia suas atividades de apicultura em Santa Bárbara no ano de 1982.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-272" title="imagesca9ge3s3" src="http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/wp-content/uploads/2011/01/imagesca9ge3s3-150x150.jpg" alt="imagesca9ge3s3" width="150" height="150" />A <strong>Mel Santa Bárbara</strong> inicia suas atividades de apicultura em Santa Bárbara no ano de 1982. Em 1984, o proprietário José Renato Fonseca recebe pela EMATER, como prêmio de Produtividade Rural, a medalha Produtor Modelo 1984 – INCRA. Em março de 1985, com o intuito de promover e organizar a apicultura regional, José Renato e outros apicultores locais fundam a Associação dos Apicultores de Santa Bárbara.</p>
<p>Em 1989 a empresa amplia sua capacidade, iniciando o trabalho de manipulação do extrato e da pomada de própolis.</p>
<p>Utilizando novas técnicas de produtividade, no ano de 1992, investe na produção de própolis In Natura e ingressa na Cooperativa Nacional de Apicultura – CONAP – passando a exportar o produto para o Japão, chegando a ser considerado um dos maiores fornecedores de Minas Gerais.</p>
<p>Em 1993, a <strong>Mel Santa Bárbara</strong> participa do Concurso de Excelência Empresarial no Setor de Agro-indústria, promovido pelo SEBRAE e alcança o 1° lugar de Minas Gerais, recebendo como prêmio uma viagem à Suíça, para participar de um congresso internacional de apicultura.</p>
<p>Em 1994, adquire uma máquina para embalar mel em sachet.</p>
<p>Em 1995, após um curso sobre produção de pólen, contrata um profissional especializado para implementar o novo produto.</p>
<p>Em 1996, atendendo às novas exigências do mercado, a <strong>Mel Santa Bárbara</strong> - que vem, desde o início, aprimorando e diversificando seus produtos - cria os méis compostos com ervas medicinais e a própolis composta com extratos de ervas, em spray.</p>
<p>Em maio de 1998, inaugura o maior e mais moderno entreposto de mel de Minas Gerais. Nesse mesmo ano, é agraciado na festa dos destaques de Santa Bárbara com o Troféu Afonso Pena, do Setor Empresarial; e também é eleito, em pesquisa, o Empresário do Ano de Santa Bárbara.</p>
<p>Em 1999, recebe o 1º lugar na categoria Indústria e Comércio do prêmio Excelência Empresarial promovido pelo Sebrae Minas/Gerdau.</p>
<p>Em 2000, conquista, pela segunda vez consecutiva , o 1º lugar do Prêmio Excelência Empresarial, Sebrae/Gerdau 2000 na categoria Indústria e Comércio.</p>
<p>Atualmente, com 47 empregados diretos e mais de 20 indiretos, a empresa, instalada em uma área de 2.160 m² no centro de Santa Bárbara, é considerada um dos maiores entrepostos de mel do Brasil, produzindo: mel empotado, mel em sachet, extrato de própolis, pomada de própolis, própolis in natura, mel composto com ervas, própolis em spray, pólen desidratado, cera, geléia real, aguardente de mel e aguardente com mel em sachet.</p>
<p>A <strong>Mel Santa Bárbara</strong> vende seus produtos a farmácias homeopáticas, drogarias, lojas de produtos naturais, padarias e supermercados.</p>
<p>extraido do site: http://www.melsantabarbara.com.br/a-empresa/nossa-historia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jornaldoapicultor.com.br/site/mel-santa-barbara-um-caso-de-sucesso/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

